
Hoje eu acordei pensando no Osho. Êle é um desses indianos "Iluminados" , conhecido nos meios como "O gurú do sexo". Entre tantos livros que escreveu, eu li um, intitulado Zen - A Transmissão Especial (presente do meu amigo Valdemir Espécie, grande cozinheiro vegetariano e profundo conhecedor da nossa flora).
Mais exatamente estive pensando em um dos parágrafos desse livro que eu relacionei com o contexto dos nossos políticos atuais (e os até menos) no qual substituí os iôgues pelos ditos políticos e resolví edita-lo aqui, já que estamos em ritmo de campanha política. Aí vai, então, o dito cujo, para quem quiser conferir o meu raciocínio:
"Mas há pessoas... - e elas se tornaram mundialmente famosas, simplesmente porque elas podem fazer todas as posturas iôgas - elas podem destorcer seus corpos em todas as espécies de formas. E causam grande impacto. Deveriam estar nos circos! Elas não fazem parte do fenômeno religioso, absolutamente, mas são dominantes. e há pessoas que irão até elas... - porque quando você começa a fazer as posturas iôgas desde o começo da infância, é fácil, muito fácil; se você começa as posturas do iôga depois do seu corpo já estar maduro, é muito dificil.
Mas as pessoas pensam que isto é austeridade, que isso é ascetismo. Todo êsse negócio torturante, todo esse masoquismo, parece valer a pena porque há a cenoura dependurada defronte seu nariz... - que você alcançará Deus, que você alcançará os prazeres celestiais, que você alcançará isso ou aquilo, que você se tornará imortal. E as pessoas estão prontas para fazer qualquer absurdo: quanto mais sem sentido for, mais elas pensarão que deve haver algo naquilo."